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História dos Santos

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História dos Santos

Mensagem por Andreia do Carmo em Qua 17 Mar 2010 - 17:49

Conte-nos a história do seu Santo de devoção.

Bom a minha história será de Santa Terezinha do Menino Jesus










A vida de Santa Teresinha



Santa Teresinha do Menino Jesus nasceu em Alençon (França), no dia 2 de
janeiro de 1873, sendo batizada dois dias depois na igreja de
Notre-Dame com o nome de Marie Françoise Thérèse. Seu pai, Louis
Martin, relojoeiro e joalheiro, que aos 20 anos tentara ser monge da
Ordem de São Bernardo, está perto dos 50 anos quando nasce sua nona
filha. Sua mãe, Zélie Martin, famosa bordadeira do conhecido "ponto de
Alençon", gera Teresa aos 41 anos. Vítima de câncer, essa piedosa
mulher falece no dia 28 de agosto de 1877. Aos três anos, a pequena
Teresa já está decidida a não recusar nada ao Bom Deus. Louis Martin
transfere-se com as cinco filhas para a cidade de Lisieux, por sugestão
do cunhado, Senhor Guérin. Os outros irmãos morreram ainda pequenos.
Aí, cercada pelo carinho do pai que chama sua caçula de "minha
rainha"
e pela ternura das irmãs, Teresa recebe uma formação exigente e cheia
de piedade. Suas irmãs se chamam Maria, Paulina, Leônia e Celina. Na
festa de Pentecostes de 1883, ela é milagrosamente curada de uma
enfermidade através de um sorriso que lhe oferece a Virgem Maria.
Educada pelas monjas beneditinas, até outubro de 1885, completa seus
estudos em casa sob a orientação de Madame Papineau. Fez a primeira
comunhão em 8 de maio de 1884, depois de uma intensa preparação. Este
grande dia marca a "fusão" de Teresinha com Jesus.
No dia 14 de junho do mesmo ano recebe o sacramento da Crisma, muito
consciente dos dons que lhe são implantados no coração. No Natal de
1886 vive uma profunda experiência espiritual, uma virada decisiva em
sua vida, que ela chama de conversão: aos 13 anos, a menina chorosa e
caprichosa, conforme seu próprio testemunho abandona os cueiros da
infância. Supera a fragilidade emotiva conseqüente da perda da mãe e
inicia uma corrida de gigante no caminho da perfeição. A vida no
Carmelo
Põe-se a pensar seriamente em abraçar a vida religiosa como monja
carmelita, a exemplo de suas irmãs Maria e Paulina, no Carmelo de
Lisieux, mas é impedida em seu sonho devido à pouca idade. Por ocasião
de uma peregrinação à Itália, depois de visitar Loreto e alguns pontos
de Roma, numa audiência concedida pelo Papa Leão XIII a um grupo de
peregrinos de Lisieux, no dia 20 de novembro de 1887, audaciosamente
ela suplica ao Santo Padre a permissão para ingressar no Carmelo aos 15
anos de idade.
No dia 9 de abril de 1888, após muitas dificuldades, consegue realizar
seu sonho e é aceita na clausura do Carmelo. Recebe o hábito da Ordem
da Virgem no dia 10 de janeiro do ano seguinte. Emite seus votos
religiosos no dia 8 de setembro de 1890, festa da Natividade da Virgem
Maria. Inicia no Carmelo o caminho da perfeição traçado pela Madre
Fundadora, Santa Teresa de Jesus, cumprindo com fervor e fidelidade os
ofícios que lhe são confiados. Em 1895, por obediência, começa a
escrever suas memórias que serão publicadas, após sua morte, com o
título História de uma Alma. Este livro será responsável pela
divulgação da vida e espiritualidade de Santa Teresinha no mundo
inteiro, sendo traduzido em 58 línguas. No dia 9 de junho de 1895, na
festa da Santíssima Trindade, oferece-se vítima de holocausto ao Amor
Misericordioso de Deus. Em 3 de abril do ano seguinte, na noite entre a
Quinta-feira e a Sexta-Feira Santa, tem uma primeira manifestação da
tuberculose, a doença que a levará à morte. Teresa não se rebela.
Acolhe sua enfermidade como a misteriosa visita do Esposo Divino. Serão
27 meses de terrível martírio. Começa uma prova de fé, mas manter-se-á
firme até o fim, sem jamais rebelar-se. Tudo aceita com paciência e
amor. Chega a dizer que jamais pensou que fosse capaz de sofrer tanto.
Meu Deus eu Te amo
Tendo piorado a sua saúde, em 8 de julho de 1897 é conduzida à
enfermaria do Carmelo. Suas irmãs e as outras monjas, no afã de não
perder nenhuma de suas palavras, anotam tudo que ela diz entre dores
atrozes e gemidos. Pouco antes de morrer, sem o menor consolo,
exclamou: Não me arrependo de haver-me entregue ao amor. Às 19 horas do
dia 30 de setembro de 1897 fixou os olhos no crucifixo e exclamou: Meu
Deus, eu Te amo. Depois de um êxtase que teve a duração de um Credo,
expirou. Obscura e anônima, parte para os braços do Pai a humilde
carmelita que um dia será chamada a maior Santa dos tempos modernos. O
Papa Pio XI a canonizou no dia 17 de maio de 1925. No dia 9 de junho de
1897 havia prometido fazer cair uma chuva de rosas sobre o mundo. No
dia 17 de julho explicara melhor em que consistiria esta chuva: Eu
quero passar o meu céu fazendo o bem sobre a terra. No dia 1o de agosto
havia profetizado: Ah, eu sei que o mundo inteiro me amará. De fato, em
vinte cinco anos foram contados mais de quatro mil prodígios atribuídos
à sua intercessão. A leitura e meditação de História de uma Alma vem
causando, há cem anos, incontáveis conversões.



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Re: História dos Santos

Mensagem por Michelle Santana em Sex 19 Mar 2010 - 8:50

Nossa Senhora da Conceição Aparecida
Através deste título litúrgico, celebrado no dia 8 de dezembro, os católicos professam a prerrogativa concedida unicamente a Nossa Senhora: Maria foi concebida sem a mancha do pecado original, e nasceu, portanto, sem o pecado original. Vale dizer: ela é toda santa, a cheia de graça, desde o momento de sua concepção. Como filha de Adão e Eva, Nossa Senhora também deveria estar sujeita ao pecado original, mas dele foi preservada, em previsão dos méritos de Cristo. Era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois era Maria destinada a ser mãe do seu filho. Isso era possível para a onipotência de Deus; portanto Deus, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.
Em 1830 Nossa Senhora apareceu a santa Catarina Labouré mandando cunhar uma medalha com a efígie da Imaculada e as palavras: "Maria concebida sem pecado, rogai por nós". Esta medalha, difundida aos milhões em todo o mundo, suscitou grande devoção a Maria Imaculada, induzindo muitos bispos a solicitar ao papa a definição do dogma, que na verdade já estava sendo vivido nos corações dos fiéis desde muitos séculos atrás. Assim, no dia 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX proclamou Maria isenta do pecado original, desde o primeiro instante de sua existência no seio de sua mãe. Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram prodigiosa confirmação do dogma. De fato, Maria proclamou-se explicitamente com a prova de incontáveis milagres: "Eu sou a Imaculada Conceição". A primeira imagem de Nossa Senhora da Conceição chegou ao Brasil em uma das naus de Pedro Álvares Cabral. José de Anchieta foi o apóstolo da doutrina da Imaculada Conceição no Brasil, que desde o início de sua colonização dedicou a este mistério inúmeras igrejas, inclusive 35 catedrais. Ela foi a protetora de nosso país no período colonial e foi proclamada Padroeira do Império Brasileiro por Dom Pedro I.
Já no despontar do século XX, com o advento da República, o título cedeu lugar a Nossa Senhora Aparecida, que é uma antiga imagem da Imaculada Conceição encontrada nas águas do rio Paraíba do Sul. Para finalizar, eis o dogma da Imaculada Conceição explicado em palavras singelas e claras: da palavra "concebida" formou-se o derivado "conceição"; sua conceição foi, pois, imaculada, como já dissemos; daí veio a expressão - Imaculada Conceição - que, com o tempo, começou a ser ligada ao vocativo "Nossa Senhora", pois o povo, naquela linguagem franca que tão bem traduz seus sentimentos, começou a dizer: Nossa Senhora da Conceição. Quando dizemos, portanto, Nossa Senhora da Conceição, queremos dizer que Maria é imaculada desde sua concepção, e que o inimigo infernal jamais teve poder sobre ela.
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Re: História dos Santos

Mensagem por Michelle Santana em Sex 19 Mar 2010 - 8:56

São Francisco de Assis







ão Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181. Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco Bernardone, nome de batismo, tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios. Tentou como o pai seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.
Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos, alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador.
Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo". Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaure minha casa decadente". O chamado ainda pouco claro para São Francisco foi tomado no sentido literal, e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã Pobreza". Fundou a Ordem dos Frades Menores, que em poucos anos se transformou numa das maiores da Cristandade. Fundou, com Clara de Assis, o ramo feminino da mesma Ordem. Para os leigos que viviam no mundo, mas desejavam ser fiéis ao espírito de pobreza e participar das graças e privilégios da espiritualidade franciscana, fundou a Ordem Terceira.
A devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização". Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.
O amor de Francisco tem um sentido profundamente universalista. Ninguém como ele irmanou-se tanto com todo o universo: foi irmão do sol, da água, das estrelas, das aves e dos animais. O "Cântico ao Sol", em que proclama seu amor a tudo que existe, é uma das mais lindas páginas da poesia cristã. Canonizado em 1228 por Gregório IX, sua festa é celebrada a 4 de outubro.
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Re: História dos Santos

Mensagem por Andreia do Carmo em Sex 19 Mar 2010 - 23:43

A história de São José, o santo do dia.
Eu sou fãn de São José, pai adotivo de Jesus.....




Tudo o que sabemos sobre o marido de Maria e pai adotivo de Jesus vêm das Escrituras e isso tem parecido muito pouco para aqueles que criaram lendas sobre ele.
Diz-se que casou-se com Maria aos 30 anos de idade e, por seu caráter, foi escolhido a dedo por Deus para guardar a virgindade de nossa mãezinha Maria. Diz-se também que morreu aos 60 anos de idade, antes do início da vida pública de seu Filho Jesus Cristo.
Sabemos que ele era um carpinteiro, um trabalhador, tanto que, em Nazaré, perguntaram em relação a Jesus, "Não é este o filho do carpinteiro?" (Mateus 13,55). Ele não era rico, tanto que, quando ele levou Jesus ao Templo para ser circuncidado, e Maria para ser purificada, ele ofereceu o sacrifício de um par de rolas ou dois pombinhos, permitido apenas àqueles que não tinham condições de comprar um cordeiro (Lucas 2,24).
Apesar de seu humilde trabalho e suas condições, José veio de uma linhagem real. Lucas e Mateus discordam um pouco em relação aos detalhes da genealogia de José, mas ambos marcam sua descendência a partir de Davi, o maior rei de Israel (Mateus 1,1-16 e Lucas 3,23-38). Realmente o anjo que primeiro conta a José sobre Jesus o saúda como "filho de Davi," um título real usado também para Jesus.
Sabemos que José foi um homem compassivo, carinhoso. Quando ele soube que Maria estava grávida após estarem para se casar, ele soube que a criança não era dele mas desconhecia, até então, que ela estava carregando o Filho de Deus. Ele planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e o sofrimento dela e do bebê. Ele sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte, então ele decidiu deixá-la silenciosamente e não expor Maria a vergonha ou crueldade (Mateus 1,19-25).
Sabemos que José foi um homem de fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele sem preocupar-se com os resultados. Quando o anjo apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, José imediatamente e sem questionar preocupar-se com fofocas, tomou-a como esposa. Quando o anjo reapareceu para dizer-lhe que sua família estava em perigo, ele imediatamente deixou tudo o que possuía, todos os seus parentes e amigos, e escapou para um país estranho, desconhecido, com sua jovem esposa e o bebê. Ele aguardou no Egito semmquestionar até que o anjo disse a ele que já era seguro retornar (Mateus 2,13-23).
Sabemos que José amava Jesus. Sua única preocupação era com a segurança desta criança confiada a ele. Ele não apenas deixou seu lar para proteger Jesus mas na ocasião de seu retorno fixou residência na obscura cidade de Nazaré sem temer por sua vida. Quando Jesus ficou no Templo, José (junto com Maria) procurou por ele com grande ansiedade por três dias (Lucas 2,48). Sabemos também que José tratava a Jesus como seu próprio filho tanto que as pessoas de Nazaré constantemente repetiam com relação a Jesus, "Não é este o filho de José?" (Lucas 4,22)
Nós sabemos que José respeitava e temia a Deus. Ele seguiu as Suas ordens ao lidar com a situação de Maria (mãe solteira em tese) e ao ir a Jerusalém para Jesus ser circuncidado e Maria purificada após o nascimento de Jesus. Ele levava sua família a Jerusalém todo ano para a Páscoa, algo que não poderia ter sido fácil para um trabalhador.
Já que José não aparece na vida pública de Jesus, em sua morte, ou ressurreição, muitos historiadores acreditam que José provavelmente havia morrido antes que Jesus iniciasse seu sacerdócio.
José é o patrono dos condenados à morte, porque presumindo-se que ele morreu antes da vida pública de Jesus, ele morreu com Jesus e Maria perto dele, da maneira como todos nós gostaríamos de partir desta terra.
José é também o patrono universal da Igreja, dos pais, dos carpinteiros, e da justiça social.
Celebramos dois dias festivos para São José: 19 de março para José o Marido de Maria e 1 de maio para José o Trabalhador.
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Re: História dos Santos

Mensagem por Michelle Santana em Seg 22 Mar 2010 - 14:44

Simplesmente José



Eu tão simples, tão pequeno, um carpinteiro e nada mais.
Mas meu Deus olhou pra mim e me escolheu pra ser pai do Filho Seu.
Eis-me aqui, faça-se em mim o Teu querer,
Sou Teu José, simples José e nada mais.


Eu tão simples, tão pequeno, um carpinteiro e nada mais.
Mas meu Deus olhou pra mim e me escolheu pra ser pai do Filho Seu.
Eis-me aqui, faça-se em mim o Teu querer,
Sou Teu José, simples José e nada mais.


Eu sou escravo de Tua promessa, feito pra amar até o fim.
Eu sou escravo de Tua promessa e sou feliz vivendo assim.
Eu tão simples, tão pequeno, um carpinteiro e nada mais.


Pois sou escravo de Tua promessa, feito pra amar até o fim.
Eu sou escravo de Tua promessa e sou feliz vivendo assim.
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