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A alegria que nasce da confissão

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A alegria que nasce da confissão

Mensagem por Michelle Santana em Qui 1 Abr 2010 - 9:57

Muitas pessoas, que chegavam à cidade de Ars para conhecer o fenômeno de santidade do Pe. João Maria Vianey, terminavam a sua visita dentro do confessionário.
Conta uma das testemunhas, que conheceram o Cura de Ars, que um dia foi pregar um retiro na paróquia vizinha. Durante a noite o demônio veio discutir com o santo e interromper-lhe o sonho. Era algo comum que Satanás viesse incomodar o santo, pois muitas pessoas se convertiam a uma vida melhor com o exemplo dele.
Numa noite, Satanás fez muito ruído no seu quarto. Os outros padres, que se encontravam na casa paroquial, acordaram assustados, pensando que estavam matando o Pe. Vianney. Ao abrir a porta do quarto viram que a sua cama estava na metade do quarto e que ele continuava embaixo das cobertas.
O que mais lhes impressionou foi a resposta do santo: “Não se preocupem, é Satanás que está furioso comigo. Amanhã virá um peixe gordo” .
De fato, sempre que o demônio o incomodava, vinha uma multidão de gente para se confessar com ele. Entre os peregrinos, se encontravam pessoas que não se confessavam há anos. Estes eram os chamados peixes gordos.
No dia seguinte, os outros sacerdotes estiveram atentos durante toda a manhã e tarde, mas ninguém de extraordinário tinha vindo para a confissão. Até que no final do dia viram um senhor, que era da nobreza e bem conhecido na cidade, que se dirigia ao Pe. Vianey pedindo confissão. Já fazia muitos anos que aquele varão não pedia perdão pelos seus pecados. A partir daquele dia, ele foi um dos mais ferventes paroquianos. Sua vida tinha mudado e era uma pessoa feliz.
Isso acontece quando uma pessoa se abre à Misericórdia de Deus. O Pe. Tadeusz Dajczer nos diz no seu livro Meditações sobre a Fé que “no sacramento da reconciliação encontramos a Cristo que nos quer perdoar e curar as feridas produzidas pelos nossos pecados. Mas se eu não mostro as minhas feridas a Deus, Ele não poderá curá-las”.
As pessoas, depois de terem saído da confissão com o cura d’Ars, já não eram as mesmas. A alegria tomava conta deles.
Este fenômeno ocorre diariamente nas igrejas. Onde haja um sacerdote confessando, aí estará a Misericórdia de Deus perdoando e a alegria invadindo os corações das pessoas.
Na Quaresma existe esta tradição muito bonita de procurar a Misericórdia de Deus na confissão pedindo perdão pelos nossos pecados. Como diz o Catecismo da Igreja Católica no número 1468: “Os que recebem o sacramento da Penitência com coração contrito e disposição religiosa podem desfrutar a paz e a tranqüilidade da consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual” .
É na confissão que encontramos este amor misericordioso do coração de Cristo, e também é aí onde nascerá a verdadeira alegria no nosso coração.
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Michelle Santana

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Re: A alegria que nasce da confissão

Mensagem por Michelle Santana em Qui 1 Abr 2010 - 9:58

A confissão e a Misericórdia de Deus




Aproxima-se a Semana Santa e o número de católicos que buscam o sacramento da confissão aumenta significativamente. Entre esta multidão, encontram-se pessoas que já possuem o hábito de confissão freqüente, outros que se apresentam para a sua confissão anual com ocasião da Páscoa da Ressurreição, e outros, talvez, andavam carregando com o peso do pecado por vários anos e encontraram nesta Semana Santa as forças espirituais para encontrar a Deus no sacramento da penitência.
Seja qual for o caso, todos queremos nos reconciliar com Deus e buscamos uma oportunidade nova para recomeçar no nosso caminhar espiritual.
A melhor forma de aproveitar esta oportunidade é acudir à Confissão sabendo que será um encontro com um Pai “entranhavelmente compassivo e misericordioso” (Tia 5, 11), sempre pronto a nos acolher, a nos perdoar, e disposto a esquecer qualquer pecado com tal de ver os seus filhos de volta a casa.
Às vezes podemos cair na tentação de pensar que a misericórdia de Deus é exagerada, desproporcionada às nossas misérias e faltas. Ou achamos que os nossos pecados são tão grandes que até duvidamos que Deus possa ou queira perdoá-los. Será que não estamos tentando entender a grandeza de Deus e a sua bondade infinita com os esquemas mesquinhos da nossa cabecinha? Não diz acaso o autor da carta aos Hebreus que Jesus “se compadece das nossas fraquezas” (Hb 4, 5)?
Ele entende os nossos sofrimentos, conhece a nossas adversidades, Ele sabe que somos feitos de carne e osso. É por isso que Deus, ciente da nossa condição, nos faz o seguinte convite: “Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna” (Hb 4, 16).
Entendamos estas palavras à luz do sacramento da confissão:
“Aproximemo-nos”, Deus sempre nos está esperando de braços abertos para perdoar-nos e encher os nossos corações de paz, porem também nós temos que fazer a nossa parte: deixar a poltrona da nossa comodidade com o pecado e “com segurança”, confiança e abertura de alma acudir ao Pai misericordioso que se encontra sobre o seu “trono da graça” na pessoa do sacerdote, “para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça” que são para nós uma “ajuda oportuna”, pois sem Deus e sem a sua graça e misericórdia nada somos e nada podemos: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15, 5).
O confessionário nada mais é que o “trono da graça” onde Cristo oferece a todos os membros da Igreja Peregrinante, ajuda e graças para vencer o pecado.
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Michelle Santana

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